Uma boa idéia a ser seguida

Quem nunca passou por essa situação desagradável: está tranqüilo, andando pela rua, pensando em seus problemas, quando seu tênis anti-impacto e de alta aderência escorrega em uma coisa pastosa no meio da calçada. Um cheiro pungente começa a invadir o ar e você percebe que foi isso mesmo que aconteceu: pisaste em um montão de cocô de cachorro!

Blarg! é a primeira coisa que lhe passa na cabeça e fiadapó de dono de cachorro é a segunda…

Posted by Hµ63Z on

Quem nunca passou por essa situação desagradável: está tranqüilo, andando pela rua, pensando em seus problemas, quando seu tênis anti-impacto e de alta aderência escorrega em uma coisa pastosa no meio da calçada. Um cheiro pungente começa a invadir o ar e você percebe que foi isso mesmo que aconteceu: pisaste em um montão de cocô de cachorro!

Blarg! é a primeira coisa que lhe passa na cabeça e fiadapó de dono de cachorro é a segunda. E realmente não custa nada para um dono de cachorro recolher os dejetos de seu animal, mas tem vezes que aquela gama de saquinhos que o dono do cachorro levou em seus bolsos foi inteiramente usada e o cachorro ainda fez mais serviço…

Putz, que enrascada… Tá lá, aquele monstrinho na calçada e o dono enrubecendo por não ter como recolher. Mas isso não acontece na esquina da Avenida Ganzo com a Rua Múcio Texeira, bairro Menino Deus, em Porto Alegre.

A entidade local teve uma idéia “boa pra cachorro”, como colocado na placa sobre o dispenser de sacos plasticos.

Bom pra cachorro!

Tá certo, a idéia não é nova. Outros condomínios andaram colocando dispensers de sacos plasticos presos às grades, mas a idéia que vemos aqui permite que se tenha patrocínio para a manutenção do dispenser e até pode ser copiado pela empresa de outdoors que cuida de paradas de ônibus e relógios pela cidade.

Imaginem como seria interessante ter caixinhas como essa espalhadas nos pontos mais críticos de cachorreiros mal-educados? Só de ver que tem sacos plasticos disponíveis e olhares furiosos com um dono de cachorro que insista em não recolher seu dejeto (sim, se o cachorro é meu o dejeto dele também é meu) já poderia inibir tais ações.

Quem sabe assim, aquela situação do começo deste post poderia se tornar algo muito raro.


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