Noventa dias de reclusão… Noventa dias de confinamento em mim mesmo… Noventa dias sem nada a dizer… Mas voltei… Como a Fenix, renacida das cinzas, voltei mais forte (ou não)...
Essa última semana parei para assistir ao filme “Superman, o retorno”. Eu não fiquei doze anos longe como o homem de aço, mas nove meses… Confesso que me surpreendi com o filme e suas sutis referências aos quatro filmes que o antecederam.
Para quem não lembra, em um dos filmes, os vilões aprisionados pelo pai do Superman retornam, e na tentativa de vingança levam Lex Lutor à fortaleza de cristal do heroi.
Em outro filme, Louise Lane e Clark Kent se casam e chegam a ter sua Lua de Mel nas cataratas do Niagara em um hotel muito romântico. No final do filme, Superman chega a conclusão que não pode viver esse romance com Louise, por representar um perigo constante aos dois, Então ele dá um beijo que a faz esquecer tudo que ocorreu naquele período.
No entanto, uma coisa ficou evidente para mim: não existe Superman melhor que o saudoso Christopher Reeve. Nos quatro primeiros filmes era impressionante perceber que, ao colocar os óculos de Clark Kent, o ator se empaspalhava até na voz. Ou seja, tornava-se definitivamente o paspalhão Kent. Em nenhum outro Superman depois dele essa característica do heroi foi tão bem estruturada.
Mas, mesmo com um Superman nem tão Super assim, o filme que tem duas horas e meia é incrível e prende a atenção do início ao fim, fazendo vibrar os fãs do homem de aço.
No mais, estou me recuperando da minha reclusão e acredito que estarei escrevendo mais em breve…

