Nunca fui grande leitor… Sim, sempre li bastante… jornais, revistas, sites de internet… Mas sempre foi uma leitura mais por conveniência, por necessidade. Afinal, preciso estar atualizado.
A alguns anos atrás lí o livro O Tempo e o Vento, O Continente, de Érico Veríssimo, pois precisava lêlo para o vestibular (novamente uma leitura por conveniência). No entanto, a leitura foi tão impressionante que fiquei viciado. No entanto, não é qualquer livro que me mantêm lendo-o.
Recentemente tenho lido livros muito bons, em sua maioria norte-americanos, traduzidos (sim, tenho preguiça de ler um livro em inglês). Os estilos que mais tenho gostado são livros policiais (estou a fim de ler o Xangô... do Jô Soares) e de tribunais (mesmo sabendo que tribunais norte-americanos são muito diferentes dos nossos).
Alguns exemplos que posso dar de livros que lí, adorei e releria são: O vingador (“The Avanger” – Frederick Forsyth – Tomas Dunne Books), Sanidade Temporária (“Temporary Sanity” – Rose Connors – Scribner) e O Incendiário (“Beyond Recognition” – Ridley Pearson – Hyperion). São histórias muito bem contadas e muito ricas em detalhes.
Ainda no mesmo estilo policial, mas muito diferente é o livro que atualmente estou lendo, O Estranho Caso do Cachorro Morto (“The Curious Incident of the Dog in the Night-Time” – Mark Haddon – Doubleday), onde o autor escreve a história do ponto de vista de um autista (o personagem principal e investigador da trama).
É impressionante… Em certos pontos o livro lhe deixa um tanto tonto com a forma do narrador contar a história (como em uma tentativa de entender o que se passa na mente de um autista). Se você já assistiu ao filme Código para o Inferno (com Bruce Wilis no papel do agente do FBI que tenta salvar uma criança autista) e gostou da trama vai gostar desse livro.


Nov 21, 21:31
Te recomendo ler a saga Duna, do Frank Herbert. Pena que não tenho esses livros para te emprestar. ë uma história de sci-fi mas com fundo político impressionante e depois de lê-lo, tu passa a criar uma certa simpatia com o povo árabe e da um enorme valor para a “umidade”.