A volta dos que não foram, mas sumiram...

Olha só... quanto tempo sem escrever no blog… puxa vida…

Hoje recebi um chamado no meu comunicador instantâneo… Era meu amigo Wagner (que era conhecido como æon wolf), pedindo o endereço do blog do Hn63Z para integrá-lo à matilha (finalmente)...

Posted by Hµ63Z on

Olha só... quanto tempo sem escrever no blog… puxa vida…

Hoje recebi um chamado no meu comunicador instantâneo… Era meu amigo Wagner (que era conhecido como æon wolf), pedindo o endereço do blog do Hn63Z para integrá-lo à matilha (finalmente)...

Foi muito bom… Passei o endereço pra ele e, ao ver o último post (Junho/2005, ou seja a mais de 4 meses), se espantou e me disse: “Tá meio desatualizado, né?”...

É, Wagner… estava mesmo muito desatualizado…

Assim que a matilha hibernou, a coruja teve que procurar outra turma para caçar… Encontrou, trabalhou bastante com essa nova turma, caçou, brincou e se divertiu… Mas ao receber o convite para acordar a matilha, não resistiu…

A coruja voltou para sua turma… Claro que não da mesma maneira, e nem poderia ser, mas agora faz parte de mais de uma turma… E isso é bom… é ótimo.

Estava lendo o Blog do Wagner e vi a emoção que ele está em despertar a matilha novamente. E não só isso, como mudou-se (ou assumiu-se como ele mesmo confessa)... Hoje o æon wolf está muito mais centrado, muito mais conversador, muito mais motivado.

Sabem que nunca foi muito ligado à religião, nem sou um cara que reza, ora, ou pede algo a Deus… Mas vendo o blog do Wagner, fiquei pensando: “Relamente, às vezes nos aparecem pessoas que nem conhecemos e, com um olhar e algumas palavras nos faz entender um pouquinho do mundo… Seriam eles anjos?”

Isso depende da crença de cada um… Anjos, enviados de Deus, iluminados, ou qualquer nome que se dê para eles, o fato é que são pessoas que marcam-nos para sempre. Seja por uma ajuda, uma palavra amiga ou simplesmente por um olhar…

Lembro-me de quando era adolecente e tinha uma “Mobilette” (aquela lambretinha da Caloi de anos e anos atrás). Um dia fiquei sem gasolina e tinha que levá-la até o topo de uma lomba enorme… Mesmo desvencilhada a roda do motor, aquela porcaria parecia pesar toneladas, e a cada passo pesava mais. O sol estava à pino, e o calor era infernal.

Foi aí que apareceu um motoqueiro… Parou do meu lado e perguntou se a mobilete tinha “pedaleiras” (aqueles apoios para os pés de um carona)... Respondi que sim e abi a “pelaleira” do lado em que ele estava com a moto. Ele subiu na moto, apoiou seu pé naquele apoio e me levou de carona em sua moto até o topo da colina. Agradeci e ele sumiu nas ruas… Nunca soube o nome dele… Nunca mais o vi… Mas nunca esqueci dessa passagem.

Pessoas assim existem, apesar de cada vez mais raras. O Wagner é uma dessas pessoas raras, apesar de ter negado durante um bom tempo. O importante não é o numero de pessoas assim, mas o numero de pessoas que sua bondade pode tocar…

Wagner… É bom vê-lo alegre novamente… Mantenha-se assim!


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